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Por dentro da obra: Jardins da Ilha


O Jardins da Ilha é mais um prédio com qualidade MD que irá fazer parte do Recife. Localizado na Ilha do Retiro, o empreendimento hoje é a segunda maior obra em execução da empresa. No total serão 50 mil m² de área total a ser construída, tudo isso em um terreno de 8.826 m². Após uma breve pausa causada pela pandemia, entre os meses de março e maio de 2020,  as obras foram retomadas com todos cuidados de saúde e higiene - saiba mais aqui. Em outubro a obra retornou com 100% do efetivo, permanecendo as boas práticas adotadas no canteiro.MEIO  AMBIENTE O serviço de estaqueamento, concluído em maio de 2020, consumiu cerca 23km de perfis metálicos, o equivalente à distância de Recife ao município de Abreu e Lima. Para a implantação do empreendimento foi necessária a derrubada de algumas árvores que estavam no lote, que compensamos com as seguintes medidas:- Plantio de 15 mudas de árvore no lote;- Plantio de 110 árvores pelas ruas do Recife, com manutenção de um ano;- Doação de 580 mudas de árvores ao município, que serão plantadas a critério da Prefeitura do Recife.Com essas compensações, conseguimos a autorização ambiental da Prefeitura do Recife. Além disso, mantivemos preservadas todas as árvores do lote que não tiveram interferência na construção do empreendimento. ANDAMENTO DA OBRA O andamento físico do Jardins da Ilha no mês de março/2020 foi de 15% e em setembro acumulou 21,68%. Atualmente a obra está na fase de estrutura, dividida em duas torres: TORRE A  Estrutura - 18º laje (42%); Alvenaria de periferia - 10º tipo (25%) Contrapiso - 6º tipo (15%) Alvenaria Interna - 1º tipo (3%) TORRE B Estrutura - 9º laje (21%); Alvenaria de periferia - 2º tipo (5%) EXTRA-LÂMINA Fundação - 83% Estrutura - 8% PROJETO ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Entre o pó, tijolos e pás, brota uma horta bem no canteiro do Jardins da Ilha. Com 42m², é mantida pela própria equipe. A iniciativa tem como objetivo estimular a alimentação saudável entre os colaboradores. Foram plantados vários tipos de temperos como pimenta, cebolinha, coentro e manjericão, além de tradicionais hortaliças como alface, couve e rúcula. Frutas como limão, acerola, melão e tangerina também estão sendo cultivadas. Esta é uma ação simples que não demanda muito investimento, mas que estimula os trabalhadores. Afinal, eles são os verdadeiros donos da horta: Podem usufruir de tudo que é produzido, podendo inclusive levar os produtos para casa.OBRA NOTA 10 A obra do Jardins da Ilha foi auditada pelo Ministério da Economia (antigo Ministério do Trabalho) e está totalmente regularizada, cumprindo todos os requisitos da legislação trabalhista vigente. A manutenção do canteiro de obras, documentação adequada e os processos corretos em segurança do trabalho garantiram esta conquista.

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Aldeia/Pernambuco: conheça o novo bairro de Aldeia que é sinônimo de qualidade de vida


Você está em busca de um lugar para morar que lhe faça sair do caos urbano e ao mesmo tempo lhe ofereça qualidade de vida? Saiba que Aldeia/Pernambuco pode ser o lugar que você procura.Cada vez mais as pessoas vêm buscando novas opções de moradia para sair da vida agitada das cidades grandes.Viver próximo à natureza, com tranquilidade, pode influenciar diretamente a saúde e o bem-estar da sua família.Porém, um dos obstáculos para essa mudança de estilo de vida é justamente o problema de se viver longe da cidade. Quando você tem uma rotina e necessita de serviços rotineiros, acaba se tornando uma contramão viver longe dos centros urbanos.Em Aldeia/Pernambuco o sonho de se viver abraçado pela natureza e próximo a serviços passou a ser realidade! Nós separamos alguns benefícios pelos quais Aldeia tem sido tão procurada por famílias que buscam uma nova casa com tranquilidade e qualidade de vida. Confira agora!Descubra um oásis em meio à Mata AtlânticaSabe aquela casa de campo que você frequentava com a sua família para relaxar nos finais de semana? Já pensou em morar nessa casa? Agora é possível!Até há poucos anos atrás, o bairro de Aldeia era conhecido por ser um lugar onde as pessoas passavam os finais de semana com as suas famílias. Mas essa realidade mudou.Muitas pessoas que tinham casas de veraneio para os finais de semana passaram a ver esse imóvel como uma possível residência já que a região foi se desenvolvendo e oferecendo também serviços que só se poderiam encontrar na cidade.Com 25 mil habitantes atualmente, Aldeia/Pernambuco conta com uma reserva natural de cerca de 7 mil hectares de mata atlântica, a maior faixa contínua acima do Rio São Francisco.Por isso, você realmente pode viver abraçado pela mata atlântica com a tranquilidade e o conforto de morar em harmonia com a natureza.Viva bem pertinho da natureza com serviços ideais para a sua família em Aldeia/PernambucoVocê já não precisa mais estar longe da cidade para ter uma vida tranquila!Devido ao desenvolvimento da região de Aldeia/Pernambuco, serviços que antes não eram encontrados na localidade já se fazem presentes na rotina daqueles que optaram por viver nesse paraíso.Se você busca qualidade de vida sem precisar abdicar dos serviços da cidade, Aldeia já possui essa comodidade com supermercados, academias de ginástica, pontos de comércio, restaurantes, escolas internacionais, e em breve cinemas.Encontre praticidade para a sua rotinaE se você conseguisse ter a tranquilidade de viver junto da natureza, mas também a opção de poder ir à praia ou curtir um domingo no shopping com a família?Agora você consegue trazer acessibilidade para a sua rotina. Vivendo em Aldeia/Pernambuco, você está há apenas 40 minutos de carro do Recife.Imagina passar uma dia relaxando em casa com a família e sair final de tarde para ir ao cinema ou brincar com as crianças em um parque de diversões, por exemplo. Para muitos essa seria a vida ideal, e em Aldeia/Pernambuco ela é possível!Encontre a estrutura certa para sua qualidade de vidaMas se Aldeia/Pernambuco é uma área de preservação como é possível ter a estrutura ideal para se viver com comodidade e segurança?Devido ao fato de que as pessoas têm procurado cada vez mais um estilo de vida que Aldeia pode oferecer, construtoras e imobiliárias vêm olhando para essa região com outros olhos.Essas empresas estão levando para a localidade ótimas opções de empreendimentos abraçados pela natureza e com toda a segurança para que você e a sua família possam alcançar a qualidade de vida ideal.Atualmente, na região, você pode encontrar condomínios-clube com infraestrutura totalmente voltada para o seu bem-estar.São complexos aquáticos, quadras poliesportivas, salas de ginástica, sauna, ciclovias, playground, playkids, horta comunitária, pomar comunitário, segurança 24h, entre outros diferenciais para todo o seu conforto e tranquilidade.Além do mais, a estrada principal de Aldeia/Pernambuco lhe dá o acesso para a rodovia federal onde você pode ter passagem direta tanto para a zona norte quanto para a zona sul do Recife.Todo o acesso à Aldeia é pavimentado e com a infraestrutura que possibilita o seu ir e vir para o bairro sem dificuldades.Não abra mão do seu bem-estarVocê já sabe onde você pode realizar o seu sonho de viver em tranquilidade com todo o conforto necessário, não é mesmo?A região de Aldeia/Pernambuco é o lugar ideal para você e a sua família construírem a casa do seus sonhos com uma qualidade de vida que poucos conseguem alcançar. 

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Casas maiores, escritórios menores: pandemia revoluciona mercado imobiliário


Cerca de 35% das empresas venderam em negociações durante a pandemia, mostra pesquisa de mercado.SÃO PAULO – O mercado imobiliário foi impactado pela pandemia de coronavírus, mas o tom entre os especialistas é otimista em relação aos efeitos que a crise pode trazer.Entre as mudanças mais significativas, está um processo reverso ao que vinha sendo observando: “se antes a tendência era a diminuição de espaços e de vivência em espaços compartilhados, a pandemia exige o oposto: espaços maiores e mais confortáveis, já que as pessoas passam muito mais tempo dentro de suas respectivas casas e estão sentindo falta de uma varanda, de um escritório bem estruturado e vão querer mudar”, afirmou Fábio Tadeu Araújo, sócio Dirigente da Brain Inteligência Estratégica, durante a live mediada pelo professor do InfoMoney, Ricardo Reis, nesta segunda-feira.Também participaram Giancarlo Nicastro, CEO da Siila Brasil, Fernando Didziakas, Sócio da Buildings, Thomaz Assumpção, da Urban Systems, Fábio Tadeu Araújo, sócio Dirigente da Brain & Guilherme Werner, Marcus Araujo, CEO e Fundador da Datastore, Cristiano Rabelo, CEO da Prospecta Inteligência Imobiliária e Danilo Igliori, economista chefe do Grupo ZAP e Chairman da DataZAP – Inteligência Imobiliária. Assista à mesa redonda completa no vídeo acima.Segundo Fábio Tadeu Araújo, é preciso se atentar à s tendências demográficas a partir de agora. “As grandes cidades do Brasil já possuem, em sua maioria, famílias de no máximo três pessoas. O futuro do mercado imobiliário vai ser se adaptar à relação entre compartilhamento e redução espaços e viver em ambientes maiores e de mais qualidade”, afirma.Home officeFernando Didziakas, Sócio da Buildings, que monitora principalmente escritórios corporativos, afirma que, segundo uma pesquisa da empresa, 80% das empresas de SP acreditam que a partir de agora terão escritórios menores. “E isso é um processo: casas maiores, escritórios menores. Vamos observar uma redução da metragem da empresa e uma melhora na qualidade do home office, que vem funcionando”, diz.Thomaz Assumpção, da Urban Systems, também acredita que a mudança de comportamento terá forte impacto no mercado imobiliário.“Tudo vai mudar e vamos viver de forma mais integrada e buscando mais qualidade, o valor das coisas vão aflorar e isso vai trazer significado. Por isso, nosso olhar para a cidades tem sido no desenvolvendo bairros planejados, cujos produtos são sistêmicos e complementares e incluem varejo, hotelaria, residencial, escritórios, vários segmentos. Produtos de nicho vão surgir, vamos diminuir a mobilidade urbana e isso vai trazer uma nova logística mais fragmentada. Temos que monitorar o processo do novo ciclo [do mercado imobiliário].Vendas na criseUma pesquisa conduzida pela Brain Inteligência e mais parceiros, mostra que 56% das empresas de incorporação venderam durante a crise. “Desse total, 60% foram vendas derivadas de uma negociação iniciada durante a pandemia. Ou seja, podemos dizer que cerca de 35% das empresas venderam em negociações durante a pandemia, o que indica que com certeza existe venda neste momento”, afirma Araújo.Segundo ele, isso é reflexo da preparação das empresas, já que o mercado imobiliário vinha se recuperando da crise de 2014. “As empresas estão mais preparadas para vender digitalmente e contatar digitalmente, se essa pandemia tivesse acontecido quatro, cinco anos atrás o impacto teria sido muito maior. Muitas empresas estão avançando para oferecer a jornada de compra do imóvel 100% online”.Guilherme Werner, sócio da Brain Inteligência Estratégica, informa que, paralelamente, uma pesquisa mensal com 600 consumidores feita em abril mostra que 20% deles têm a intenção de compra de um imóvel novo.“É natural que diante do cenário que vivemos que essa intenção seja postergada, mas também o encolhimento não denota um pânico, apenas um receio prudente”, diz.Ainda, nessa mesma pesquisa, na edição de março, 1% dos entrevistados tinha acelerado a compra de um imóvel por conta da pandemia. Em abril, o número subiu para 5%. Para Verner, os motivadores são de necessidade e não desejo, mas já é um sinal positivo.Recuperação do setorSobre a recuperação de fato do setor, ainda há um caminho a ser percorrido. Segundo Cristiano Rabelo, CEO da Prospecta Inteligência Imobiliária, é difícil prever algo em um cenário como o que estamos passando e acredita em uma recuperação de médio prazo com a ajuda da internet.“Hoje, não chegamos nem perto dos números da gripe espanhola, por exemplo, mas temos um fator a mais: a tecnologia. Ela tem capacidade de propagação de incerteza muito grande, ao mesmo tempo que tem a capacidade de reestruturação muito maior. Ou seja, o ponto de retomada pós pandemia vai acontecer embora no médio prazo no setor. A depender, claro, das regiões que sofreram mais com a crise. O mercado imobiliário deve ser analisado de maneira local, microrregião por microrregião”, diz.Segundo ele, empreendimentos de baixo padrão, por exemplo, têm tendência à inadimplência pela perda da capacidade de compra de muitos brasileiros de baixa renda,” mas o reflexo é pontual. “As cidades diversificadas economicamente não se veem um aumento de inadimplência brusco, enquanto regiões que vivem de indústrias e comércio são severamente mais afetadas”, explica Rabelo.Danilo Igliori, economista chefe do Grupo ZAP, afirma que analisa o momento sob três perspectivas: choque, transição e o novo ciclo. “Hoje estamos no choque e vai durar enquanto não tivermos controle da economia e enquanto não tivermos o tamanho do custo de econômico para lidar com a crise. A principal característica do choque é a enorme contração da demanda junto com a contração da oferta”, diz.E explica: “o choque negativo na demanda contrai a quantidade de transações e também contrai os preços, enquanto o choque negativo na oferta contrai as transações também, mas faz o preço subir. Somados, o resultado inequívoco é o de diminuição de transações [compra e venda de imóveis], mas o preço fica relativamente fixo, porque um anula o outro. É o que estamos vendo, preço não teve muita alteração. E agora só o essencial importa e qualquer decisão que pode ser postergada assim será”, afirma.Marcos Araujo, CEO e Fundador da Datastore, acredita que o mercado imobiliário está mais resiliente hoje. “Todo mundo saiu muito castigado da crise [gerada pelo] impechment e mudanças interessantes foram promovidas, incluindo corpo de funcionários mais enxuto e terceirização de muitas atividades. Por isso, [o setor] entrou nessa crise já imaginando que não haveria uma explosão de lançamentos em 2020. A grande maioria dos incorporadores acreditava em ano muito bom, mas sem explodir a oferta”, explica.Por isso, segundo ele, o setor está atravessando a crise com dificuldades, mas sem impactos muito severos por enquanto. “O foco será fazer os lançamentos [já previstos] serem os melhores, com os melhores terrenos e projetos. A surpresa foi a digitalização, mas há estrutura”, afirma.Shoppings: hubs de distribuiçãoGiancarlo Nicastro, CEO da Siila Brasil, afirma que o setor vem enfrentando muitas dificuldades. “Mesmo com cerca de 70 reabertos no Brasil, nem todos com todas as lojas abertas, a ocupação representa 20% a 30% do que os shoppings costumavam ter. Além disso, as áreas de entretenimento serão as últimas a serem liberadas, incluindo vallet, cinema, e praça de alimentação. É um segmento que precisará se reinventar”, afirma.Para ele a solução de curto prazo com o objetivo de sobreviver será a transformação dos shoppings em hubs de consumo. “Os shoppings se adaptam facilmente e uma das saídas é virar o chamado ‘last mile’, que serve como alternativa do ‘self storage’. Passar a ser um distribuidor em microrregiões. Os shoppings têm espaço e localização, então, se tirar as pessoas de dentro, continua tendo espaço e distribui de forma mais rápida. Vai ser a saída para a sobrevivência”, afirma.PUBLICIDADE

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