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Lançamento da TORRE 5 no Rio Mar Trader Center 5

APÓS O LANÇAMENTO DO RIOMAR TRADE CENTER 4, O GRUPO JCPM FAZ O LANÇAMENTO DA ÚLTIMA TORRE TOTALMENTE INTEGRADA AO RIOMAR SHOPPING O RIOMAR TRADE CENTER 5A NOVA TORRE FOI CONCEBIDA PARA ATENDER AOS PROFISSIONAIS E EMPRESAS QUE PROCURAM CONFORTO, MODERNIDADE, FLEXIBILIDADE E SERVIÇOS EM UMA EXCELENTE LOCALIZAÇÃO COM A QUALIDADE E INOVAÇÃO DO GRUPO JCPM.TOTALMENTE INTEGRADO AO RIOMAR, COM MAIS DE 7 MIL VAGAS DE ESTACIONAMENTOO RioMar Trade Center 5 apresenta deferenciais que ajudarão a otimizar a sua rotina e dos clientes com todas as facilidades que o shopping oferece: segurança, amplo estacionamento, restaurantes e lanchonetes, academia de ginastíca, alameda de serviços, mix variados de lojas, cinema, teatro, diversões eletrônicas e boliche, entre outrosSalas a partir de 26m²Salas Corporativas com 400m² e 800m²Lobby e Foyer com amplo espaço e pé direito duplo5 Salas de reunião e 3 Salas de convenções, sendo 2 moduláveis, entregues climatizadas e com tratamento acústicoDocas de serviços com acessos exclusivos

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Recebendo homenagens no dia do corretor de imóveis !

Foi com imensa alegria que fomos homenageados pela construtora Rio Ave , no dia do corretor de imóveis.Gratidão pelas surpresas e presente recebidos.

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Complexo RioMar terá novas torres empresariais !

O GRUPO JCPM SEGUE FIRME NO PROPÓSITO DE INVESTIR NO ESTADO E ANUNCIA O SEU MAIS NOVO EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO: RIOMAR TRADE CENTER 4, TOTALMENTE INTEGRADO AO RIOMAR RECIFE.A NOVA TORRE FOI CONCEBIDA PARA ATENDER AOS PROFISSIONAIS E EMPRESAS QUE PROCURAM CONFORTO, MODERNIDADE, FLEXIBILIDADE E SERVIÇOS EM UMA EXCELENTE LOCALIZAÇÃO COM A QUALIDADE E INOVAÇÃO DO GRUPO JCPM.A NOVA TORRE FOI CONCEBIDA PARA ATENDER AOS PROFISSIONAIS E EMPRESAS QUE PROCURAM CONFORTO, MODERNIDADE, FLEXIBILIDADE E SERVIÇOS EM UMA EXCELENTE LOCALIZAÇÃO COM A QUALIDADE E INOVAÇÃO DO GRUPO JCPMTOTALMENTE

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Veja como funciona o cálculo para definir o valor do aluguel de um imóvel

Veja como funciona o cálculo para definir o valor do aluguel de um imóvelMeu Site Imobiliário22/07/2019Dicas, Locação, Mercado ImobiliárioCompartilhar no facebookCompartilhar no googleCompartilhar no twitterCompartilhar no linkedinCompartilhar no whatsappÉ preciso considerar questões básicas sobre o imóvel, mas também vizinhança e situação do mercadoOferta e procura são os principais fatores que definem o preço médio do aluguel de um imóvel, portanto a pesquisa de mercado na região é fundamental para encontrar o valor. Mas também devem ser considerados a proximidade com transporte público, escolas, comércio e infraestrutura geral, assim como a avaliação da unidade, que deve ser feita pelo corretor de imóveis.“Nos fatores internos que contribuem para agregar valor à locação está incluída a não necessidade de reformas, ou seja , que o imóvel esteja em boas condições de se habitar. O gasto de imediato não é nem um pouco atraente para a locação”, afirma o diretor do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ), Laudimiro Cavalcanti.“Já falta de segurança, escolas e hospitais são fatores que dificultam a locação e contribuem bastante para diminuir o preço. “O principal erro na hora de decidir o valor do aluguel é deixar de considerar as pesquisas realizadas na região e partir de um preço acima do ofertado”, diz Cavalcanti.Veja as dicas do perito em avaliações imobiliárias Wagner Nogueira:O que define o preço do aluguel?Localização (infraestrutura da região), estado do imóvel, ofertas na região, valores dos encargos, vagas de garagem, idade do imóvel e mobília.O que pode diminuir o valor?Imóvel mal conservado, rua barulhenta ou algum outro problema na vizinhança, sem vaga ou vaga de difícil acesso.E o que agrega valor?Bom acabamento ou modernização, vizinhança privilegiada, infraestrutura da região – metrô, escolas, supermercados etc.Quais itens do condomínio podem aumentar o valor do aluguel?Monitoramento, segurança, lazer, comodidade e limpeza.Qual o principal erro na hora de decidir o valor do aluguel?Se basear no aluguel anterior e não consultar um corretor de imóveis.Fonte: ZAP em Casa

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Consórcio Novo Recife - TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O NOVO RECIFE

01 - É pra admirar e se encantar65% de todo o terreno será da população, que vai ganhar parques novinhos em folha, com muito verde, ciclovias e espaços de convivência. São nada menos do que 65.000 m² de área, dentre as quais 16 mil m² só de área verde. A maravilhosa vista da Bacia do Pina é parte do Recife e continuará sendo dos recifenses.02 - Uma nova forma de viver o RecifeHoje em dia, quem caminha ou pedala pelo Cais José Estelita se arrisca entre os carros na hora de subir o Viaduto das Cinco Pontas. Nas etapas futuras do Projeto Novo Recife o viaduto será demolido, dando lugar a uma rotatória de carros. Assim quem caminha ou pedala para o Recife Antigo vai contar com uma nova via arborizada com vista para o Rio Capibaribe, partindo do Cabanga até o Marco Zero. É mais mobilidade para chegar no Recife Antigo!03 - História e modernidadeA gente olha para o futuro sem esquecer do passado. o projeto Novo Recife prevê a preservação de um conjunto de galpões próximo ao Viaduto das Cinco Pontas além das antigas casas dos funcionários e a oficina de eletrotécnica. Esses espaços serão administrados pelo poder público e pela iniciativa privada, ou seja, vão ser transformados em museus, cafés, comércio… E quando o viaduto for demolido, vai dar pra ver o Forte das Cinco Pontas da beira do rio.04 - Paredão não!Chega de grades e muros separando os prédios da cidade. Todos os empreendimentos do Projeto Novo Recife vão ser integrados ao parque. Na primeira etapa, inclusive, os 3 edifícios serão cercados por um lindo espelho d'água que vai compor a paisagem.05 - Modelo de urbanismoAs cidades estão mudando e a gente quer ser um exemplo disso. O Novo Recife terá calçadas com cinco metros de largura efiação embutida, pra você ver a paisagem, e não os fios. Tudo de acordo com os conceitos urbanísticos mais avançados do mundo.06 - Respeito à cidadeOs 13 edifícios que irão compor o projeto Novo Recife respeitam a paisagem urbana. As edificações que ficam mais próximas do bairro de São José terão uma altura bem menor, de 12 pavimentos, além de um recuo de 50 metros em comparação com os primeiros edifícios que ficam próximos ao Cabanga Iate Clube. Tudo para não perdermos a total vista do centro histórico.07 - É sustentávelTodos os edifícios terão telhado verde e as águas das chuvas serão reutilizadas para irrigação do parque e melhoria do ambiente no entorno.08 - É socialAs construtoras que fazem parte do Projeto Novo Recife assumiram um compromisso sério: construir 200 moradias de interesse social bem próximo do complexo urbanístico, a cerca de 300 metros do projeto.09 - É mobilidadeQuem anda pelo Centro do Recife sabe: a Avenida Dantas Barreto termina em um “paredão”. Todo o bairro de São José, aliás, tem poucas alternativas viárias. É aí que entra mais um benefício para a população. A avenida será conectada com o Cais José Estelita. É menos trânsito e mais integração para a cidade!10 - É de uso mistoTodos os edifícios do Novo Recife serão de uso misto, ou seja, com comércio e serviços no térreo. Dá para fazer compras com uma vista privilegiada do parque e da Bacia do Pina. E tudo isso sem paredões ou grades.11 - É empregoLogo na primeira etapa do Novo Recife já vão ser gerados 500 novos empregos. Assim que o complexo ficar pronto, serão gerados mais de 2000 novos postos de trabalho diretos e indiretos. Uma ótima oportunidade para quem vive na região.

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Conheça o Habite-se, um dos documentos mais importantes para empreendimentos imobiliários.

Na hora de comprar um imóvel, uma pergunta é comum em meio ao processo de negociação: o empreendimento tem o Habite-se? Pode soar apenas como uma mera formalidade, mas não é e essa documentação se torna bastante importante para quem vai adquirir um apartamento.Este é o documento expedido pela prefeitura da cidade onde o condomínio está localizado após as fiscalizações necessárias e atesta a conclusão da obra. Ou seja, ele serve como uma garantia de que a construção seguiu o projeto pré-estabelecido e também é importante porque tem uma série de questões relacionadas a ele, inclusive quando se trata do financiamento imobiliário. Saiba o que é o Habite-se e para que ele serve.Durante a construção, o empreendimento está registrado no cartório de registros como uma obra e, a partir da liberação do Habite-se e o registro dele no cartório, fica definido que este cenário está encerrado e que agora o edifício se tornou residencial e que os apartamentos podem ser ocupados. Para garantir o documento, é preciso que seja feita uma série de avaliações.“Existem regras e uma delas é que a prefeitura precisa fazer uma fiscalização para analisar se o projeto foi executado de acordo com o que estava previsto. Se o construtor fez diferente, tem que aprovar novamente porque, ao construir do zero, erros podem acontecer. Mas hoje em dia, com a qualidade que existe na parte topográfica, é difícil de sair algo errado”, explica Thiago Melo, vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE).Além disso, é necessária também uma fiscalização dos Bombeiros e que as ligações de energia e água estejam feitas para a emissão do Habite-se. E para o registro no cartório, também há outras exigências.“É preciso apresentar a certidão de quitação do INSS para provar que não houve funcionários que trabalharam sem carteira assinada. Pelo tamanho da obra e quanto tempo ela demorou, faz o balanço de quanto deveria ser recebido e faz um cruzamento com o que foi pago. O Habite-se sai se a obra foi executada com trabalho regularizado”, ressalta.O Habite-se também é fundamental para o consumidor que deseja comprar um imóvel no empreendimento. Principalmente para os que vão fazer um financiamento imobiliário.“Efetivamente, o bem só é considerado construído a partir do Habite-se e é a partir dele também que os bancos financiam. Eles só pagam o saldo para o cliente com o documento, é uma exigência para pagar para a construtora. Os bancos consideram que enquanto ainda está em obra ou não tem o Habite-se, há o risco de a construção não terminar. Mas quando tem a documentação, a carta de crédito pode ser liberada, o pagamento é feito à construtora e a dívida passa a ser entre o cliente e o banco”, detalha.Outro ponto que Thiago Melo ressalta para que os clientes tenham atenção diz respeito ao IPTU. “Enquanto está em obra, é o IPTU do terreno e que deve ser pago pela construtora. Mas a partir do Habite-se, o imposto passa a ser cobrado das unidades. É um marco importante de fim da obra”, conclui.Fonte: Zap Imóveis

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Mais um grande lançamento da Gabriel Bacelar !

O melhor da vida é viver bem e num Gabriel Bacelar é melhor aindaMadalena é um bairro tradicional, com característica residencial, mas cheio de serviços e espaços de lazer como praças e um dos mais conhecidos mercados públicos da cidade. Conta ainda com padarias, supermercados, lojas, academias, hospitais, escolas e cursos de idiomas.O Sainte Cecília tem tudo o que você precisa com o padrão de qualidade Gabriel Bacelar.CONHEÇAO BAIRRO DAMADALENAUma das regiões mais valorizadas da cidade do Recife. O bairro da Madalena tem tudo para facilitar a sua vida, como universidades, hospitais, bancos, padarias, drogarias, academias bares e restaurantes.

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Qual o impacto do blockchain no mercado imobiliário

De acordo com o IBGE, o mercado imobiliário é o terceiro maior gerador de divisas para o país, sendo responsável por cerca de 10% de toda riqueza gerada no Brasil.Diante deste cenário, como o blockchain pode facilitar operações de leasing, transações de compra e venda de imóveis, bem como incrementar as opções de financiamento para construção e venda de imóveis, e melhorar o atual sistema de registro imobiliário?Desafios do mercado imobiliárioPara criar uma possível vantagem competitiva, o segmento de imóveis costuma trancar a sete chaves alguns aspectos de suas operações, tais como comparação entre taxas, valores ​​de aluguel, preços de propriedades e avaliações, entre outros. Mas, em um mundo cada vez mais conectado, a tendência dessas informações é se tornarem públicas. Mesmo assim, apesar de cada vez mais informações sobre valores imobiliários estarem disponíveis digitalmente, as bases desses dados se encontram em sistemas diferentes, que não conversam entre si.Então, como obter a interoperabilidade entre os sistemas tecnológicos utilizados pelos diferentes participantes das transações imobiliárias, e trazer maior transparência neste mercado? O blockchain pode ser a resposta, mas antes é necessária uma avaliação criteriosa.Para solucionar o problema de baixa confiabilidade e acesso aos dados, nos processos de ‘leasing’ imobiliário e transações de compra e venda, o uso de blockchain precisa atender alguns conceitos:1) Banco de dados decentralizados: os bancos de dados compartilhados são essenciais para transações de ‘leasing’ e compra e venda (banco de dados comum). Um dos principais exemplos é um serviço de listagem múltipla, que agrupa bancos de dados com informações de propriedade dos agentes.2) Múltiplas entidades responsáveis pela coleta e validação de dados: transacionar e gerenciar propriedades imobiliárias envolve várias entidades, como proprietários, inquilinos, operadores, financiadores, investidores e prestadores de serviços, que fornecem, acessam e modificam uma variedade de informações.3) Solucionar a falta de confiança: como muitas vezes os participantes das operações de ‘leasing’ e compra e venda não se conhecem, gerando preocupações com a integridade dos dados, os mesmos precisam redobrar sua cautela e diligência. Nesse quadro, o blockchain pode ajudar a mitigar o risco com o uso. Por exemplo, com identidades digitais e sistemas de manutenção de registros mais transparentes para títulos imobiliários, direitos, penhoras, financiamento e arrendamento.4) Oportunidade de desintermediação: validadores da confiança podem facilitar a desintermediação pelo blockchain, oferecendo maior segurança e transparência na gestão de títulos de propriedade.5) Transações condicionadas: muitas transações imobiliárias possuem cláusulas condicionais. Uma transação de compra e venda que dependa da aprovação de um financiamento, por exemplo, poderia se beneficiar com o uso de contratos inteligentes. De modo sucinto, os contratos inteligentes são protocolos de computador autoexecutáveis que são armazenados, verificados e executados em uma blockchain.Algumas vantagens do blockchain no mercado imobiliário:Permite tomadas de decisão mais inteligentes;Transparência e agilidade na gestão de propriedade e fluxo de caixa inteligentes;Processamento de financiamentos e pagamentos mais eficiente;Melhora o processo de pesquisa de propriedade.A arquitetura blockchain não será a solução para todas as ineficiências dos processos existentes no mercado imobiliário. Mesmo porque, não é possível automatizar completamente todas as transações.Uma primeira onda de soluções blockchain para o mercado imobiliário depende da compilação e digitalização de informações relativas ao mercado imobiliário. Tais informações, hoje centralizadas, serão, num futuro próximo, disponibilizadas em plataformas descentralizadas, possibilitando a programação de contratos inteligentes.Nesse quadro, soluções de blockchain têm o potencial de gerar transparência, eficiência e redução de custos no mercado imobiliário. Sua arquitetura pode remover muitas das ineficiências existentes nos atuais processos. Contudo, é primordial que empresas e participantes do setor imobiliário reavaliem com urgência suas competências, qualidades e ineficiências. A revisão dos sistemas atuais, com foco em soluções de blockchain, pode ser um ótimo começo.Este artigo contou com a colaboração de Tatiana Revoredo, Blockchain Strategist pela University of Oxford, e pelo MIT – Massachusetts Institute of Technology.Fonte: IT Forum 365

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Mercado imobiliário reage em meio à crise geral

Todos reclamam, com razão, da crise que o País está vivendo, com recuo das atividades empresarias, com o fechamento de lojas e serviços, além do brutal desemprego de cerca de 13,1 milhões de brasileiros. Crise socioeconômica é quase um chavão que se escuta, se ouve e, muito mais, se lê quase que diariamente por meio da mídia. Da mesma forma, nas conversas formais ou informais, em almoços semanais de associações de classe ou de sindicatos, sejam de empresários ou de empregados.Entretanto, estudo realizado pelo Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo (CNB-SP), associação que congrega os cartórios de notas paulistas, revelou que em 12 meses, os tabelionatos brasileiros lavraram 378.328 escrituras públicas envolvendo transações imobiliárias. Juntos, esses imóveis movimentaram R$ 472.625.261.137,83.O estudo é parte do Projeto Indicadores Notariais, lançado pelo CNB-SP com o propósito de dar transparência às operações imobiliárias que são praticadas via cartórios de notas com escrituras públicas. Isso é muito bom, pois se trata de mais uma ferramenta importante que os notários disponibilizam à sociedade. Os dados servirão também como informação importante para o mercado imobiliário e para os demais setores da sociedade civil.Mensalmente, a pesquisa dará informações sobre a quantidade de transações imobiliárias via escritura pública, bem como o valor em reais que estas operações representaram no período. Somente em um mês de 2018, ainda segundo o estudo, foram transacionados em todo o Brasil aproximadamente 80 mil imóveis, que movimentaram R$ 38 bilhões.São Paulo – como é praxe – é o estado que mais transaciona propriedades via escritura pública. Neste período foram computadas a lavratura de 23 mil escrituras, ou seja, quase 30% dos atos lavrados no País. Outra possibilidade que pode ser observada nos índices é a análise histórica. Porém, também houve recuo nas escrituras públicas de 7,6% em todo o Brasil num único mês de 2018, passando de 81.168 para 80.748.A escritura pública de compra e venda de bens é o documento lavrado no cartório de notas por meio do qual uma das partes vende determinado bem – móvel ou imóvel – para outra. O documento é obrigatório para a transferência de bens imóveis de valor superior a 30 salários-mínimos. De acordo com o CNB-SP, a escritura pública é a forma mais segura de se adquirir um imóvel.Depois de lavrada a escritura de compra e venda do imóvel, ela deve ser registrada no Cartório de Registro de Imóveis. Em São Paulo, o procedimento leva, aproximadamente, 25 dias. Comparando, este tempo é inferior ao de economias desenvolvidas como Alemanha, com 52 dias, e França, quando demora 64 dias. Porém, próximo ao tempo nos Estados Unidos, que é de 15,2 dias.Enfim, ter a popular casa própria é o sonho desde sempre de todas as pessoas, ainda mais aquelas constituídas em famílias. Por isso e mesmo em meio ao desemprego generalizado, a busca por imóveis continua. Mas, atenção, as empreiteiras do ramo devem construir de acordo com as necessidades, tanto no tamanho – apartamentos pequenos são os mais visados, na correlação com o preço – quanto, e principalmente, no valor acessível. São dois pressupostos fundamentais.Em Porto Alegre, há vários empreendimentos imobiliários em pleno andamento, o que traz ânimo ao setor. Além do mais, sabe-se que investir em imóveis é quase sempre um bom negócio, salvo graves distúrbios econômico-financeiros, como o ocorrido na crise de 1929, com a quebra da Bolsa de Nova Iorque. Felizmente, isso é passado.Fonte: Jornal do Comércio

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Vale do Ave lança Villa Lobos !

UM QUATRO QUARTOS COMO ANTIGAMENTE Heitor Villa-Lobos, maestro e compositor brasileiro, conhecido mundialmente por incorporar uma linguagem própria as suas músicas, é a inspiração para o mais novo lançamento da construtora Vale do Ave, o edifício Villa Lobos. Localizado em Boa Viagem, o empreendimento de luxo terá 162m2 de área privativa, com quatro quartos, sendo duas suítes e dois quartos com banheiro reversível. Com a tendência imobiliária de imóveis cada vez mais compactos, o Villa Lobos chega ao mercado com um grande diferencial – oferecer um espaço de qualidade não só nas áreas de lazer, mas também na área privativa. “Nosso objetivo é oferecer um quatro quartos como antigamente, amplos e confortáveis”, explica João Carlos Costa, Diretor da Vale do Ave. Com 35 andares, sendo dois apartamentos por andar, o empreendimento ainda conta com varanda gourmet, além de duas vagas na garagem, piscina, playground, quadra poliesportiva e sauna. Outro diferencial é a ótima localização – situado na Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, na Zona Sul do Recife, saída de uma alta da Via Mangue, próximo a colégios de referência, mercados, padarias, shoppings e as avenidas Domingos Ferreira, Conselheiro Aguiar e Boa Viagem.  A vale do Ave informa que está com valores especiais em fevereiro /2019. Previsão de entrega: 2020

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Dicas e truques para ter cozinha e sala de jantar integradas !

Algumas pessoas que acreditavam que a cozinha é o melhor lugar da casa tiveram a ousadia de integrar esse ambiente à sala de jantar e estar. Essa tendência se popularizou na década de sessenta, nos Estados Unidos, e foi um marco para o design de interiores.Ainda hoje, ela é considerada uma solução moderna, bonita e funcional; e se tornou o sonho de consumo de muitos brasileiros.Tertriz Arquitetura e InterioresO distanciamento entre as áreas sociais e íntimas ou úmidas e secas diminuiu. Os imóveis atuais no mercado têm medidas bastante reduzidas, devido ao novo estilo de vida nas grandes cidades. Assim, os projetistas se viram desafiados a dar uma solução para a falta de espaço nos ambientes e para a vontade das pessoas em se tornarem protagonistas de suas residências.“Normalmente, os espaços estão sendo reduzidos e a integração está cada vez mais comum”, “São novas formas de vida e consumo, são pessoas de uma geração com novos costumes.” – arquiteto José Marcelino, em reportagem de Correio 24 horas.Maria Laura ColelhoAntigamente, as cozinhas eram escuras, apertadas e pouco convidativas. Hoje, juntamente das salas de jantar, elas são o destaque das casas. Também pudera, com tantas novidades em decoração e eletrodomésticos, já era de se esperar que as pessoas quisessem deixar seus objetos mais valiosos à mostra. Pois, em verdade, boa parte das relações sociais é baseada em status.Rodrigo MaiaA ideia de integrar a cozinha com sala de jantar é cada vez mais comum. Ela caiu no gosto popular e está não só em projetos de luxos, mas em outros, de níveis sociais diferentes. E embora essa seja uma tradição originalmente norte-americana, já faz parte da cultura brasileira – sendo chamada no país de cozinha integrada, compartilhada, gourmet ou mesmo americana.Para quem deseja otimizar ambientes e envolver pessoas numa bela refeição, juntar cozinha e sala de jantar ou estar parece ser uma ótima ideia. Se você é uma dessas pessoas, então fique atento à s dicas que vem a seguir!Vantagens e desvantagem sobre cozinha e sala de jantar integradasO principal argumento que os arquitetos e designers dão para convencer uma pessoa de optar por ter cozinha e sala de jantar integradas é a questão da amplitude. Não há como negar que uma casa com este layout parece mesmo maior. Além disso, ela é bem mais iluminada e ventilada, pois não há portas ou paredes que barrem o trajeto desses agentes naturais.Mariana MartiniUma cozinha americana permite que o anfitrião interaja com os convidados enquanto prepara as refeições. O espaço entre eles é aberto. Só que por isso toda a bagunça de objetos sujos sobre a bancada ou dentro da pia fica a mostra. E o ponto mais crítico é que a gordura da comida segue direto para os móveis e paredes da área social, danificando e deixando tudo com manchas e mau cheiro – coifas serão essenciais.Raduan ArquiteturaAssim sendo, é preciso manter todos os espaços da casa organizados e caprichar na decoração. É ela que fará a ligação visual entre os ambientes. Quando a cozinha é aberta para a sala de jantar, os dois cômodos devem seguir o mesmo estilo para criar certa harmonia. Por serem espaços destinados a diferentes atividades, é necessário um estudo aprofundado para descobrir qual o seu ponto de melhor elo.Como fazer cozinha e sala de jantar integradasA integração entre espaços é uma solução de arquitetura muito radical. Como já se pôde perceber, a ausência de uma parede entre a cozinha e a sala de jantar significa muita coisa. Não importa apenas ter o conceito aberto, tem que saber se valer dele. Qualquer pequeno descuido do projetista tende a comprometer toda a estética e a funcionalidade da casa.Ilha ArquiteturaNos últimos anos, a cozinha americana virou uns dos serviços mais solicitados aos pedreiros. Isso é um grande perigo. Em casos de reformas, a opinião de um engenheiro é fundamental para avaliar se a estrutura da casa pode ou não comportar uma mudança assim. Não se pode, simplesmente, sair quebrando uma parede, pois ela pode ser estrutural; e ainda há a questão dos encanamentos e fiações elétricas.Liliana ZenaroSe o imóvel é novo, é bem provável que já tenha essa integração feita por um balcão ou ilha entre a cozinha e a sala de jantar. Têm construtoras que até optam por manter a divisão, mas elas assinalam, em seu manual, a possibilidade da abertura da parede. É importante o proprietário conferir todos os documentos que recebeu no momento da entrega das chaves para não ter dor de cabeça depois.INÁ ArquiteturaAlém de um balcão para refeições rápidas ou uma ilha com cooktop, há mais formas de fazer uma cozinha e sala de jantar integradas. Por exemplo, usar a própria mesa de refeições para delimitar o espaço e, ao mesmo tempo, unir os ambientes. Funcionam também as divisórias abertas, as meia-paredes, os carrinhos auxiliares e até as luminárias de piso. O importante é não bloquear o visual!Très ArquiteturaPara que a decoração da cozinha “converse” com a da sala de jantar, é interessante seguir um mesmo padrão. Uma parede compartilhada entre os cômodos pode ter o mesmo revestimento, dando uma ideia de continuidade.E até os eletrodomésticos, luminárias e outros elementos com cores e acabamentos iguais também podem ajudar na integração.Carolina VilelaJá decidiu qual desses modelos de cozinha integrada com a sala vai ficar melhor me sua casa? Então, não perca tempo e comece a planejar sua reforma!Estas dicas para ter uma cozinha e sala de jantar integradas foram criadas pela equipe Viva Decora.

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